Criativo
A imagem ou o vídeo do anúncio — a parte que faz a pessoa parar de rolar a tela.
Exemplo: Um vídeo de 15 segundos de alguém usando o produto é o criativo; o texto em cima dele é a copy.
Glossário
Os termos de quem trabalha com anúncio — do criativo ao checkout —, cada um com o que quer dizer e um exemplo. Cada termo tem o link dele, para mandar a quem precisar.
O que aparece na tela: a imagem ou o vídeo, o texto e o botão.
A imagem ou o vídeo do anúncio — a parte que faz a pessoa parar de rolar a tela.
Exemplo: Um vídeo de 15 segundos de alguém usando o produto é o criativo; o texto em cima dele é a copy.
O texto que vende, no anúncio e na página: o que ele promete, para quem e por quê.
Exemplo: “Você ainda paga juros no cartão?” na primeira linha é a copy puxando pela dor de quem está endividado.
No Spymine: A busca procura a palavra no texto do anúncio e no texto da página.
Os primeiros segundos do vídeo, ou a primeira linha do texto: o que segura a atenção de quem está passando.
Exemplo: Um vídeo que abre com “Pare de lavar o cabelo assim” usa o gancho do erro.
O caminho que o anúncio escolhe para convencer: a dor, o desejo, o medo, a prova social, a autoridade, a curiosidade, a oferta ou a novidade.
Exemplo: Dois anúncios do mesmo curso de inglês: um fala da vergonha na reunião (a dor), o outro da viagem dos sonhos (o desejo).
No Spymine: O filtro “Ângulo” da busca separa os anúncios por esses oito caminhos.
O pedido do anúncio: o que a pessoa deve fazer agora — no texto e no botão.
Exemplo: “Saiba mais”, “Comprar agora” e “Enviar mensagem” são botões de CTA, e cada um leva a um lugar.
No Spymine: O filtro “Botão do anúncio” mostra só os anúncios com aquele botão.
O criativo com cara de feito por cliente (do inglês user-generated content): uma pessoa comum falando do produto para a câmera do celular.
Exemplo: Uma cliente gravando a rotina de cuidados com a pele no banheiro, sem estúdio e sem roteiro aparente.
O anúncio com vários cartões que a pessoa passa para o lado, cada um com a sua imagem ou vídeo e o seu link.
Exemplo: Uma loja mostra cinco tênis, um em cada cartão, e cada cartão leva à página daquele tênis.
No Spymine: O filtro “Formato” separa o vídeo, a imagem e o carrossel.
O mesmo anúncio com pequenas mudanças — outro texto, outro título, outro corte do vídeo — rodando ao mesmo tempo para ver qual funciona melhor.
Exemplo: O anunciante sobe o mesmo vídeo com três títulos diferentes: são três versões do mesmo criativo.
No Spymine: Cada cartão diz quantas versões o anúncio tem, e a busca ordena pelos que têm mais.
As contas que dizem se a campanha dá resultado. Só quem anuncia vê esses números — de fora, o melhor sinal é há quanto tempo o anúncio está no ar.
Custo por mil impressões: quanto custa o anúncio aparecer mil vezes.
Exemplo: R$ 300 gastos em 20 mil impressões dão um CPM de R$ 15.
Taxa de cliques: de cada cem vezes que o anúncio aparece, quantas viram um clique.
Exemplo: 20 mil impressões e 300 cliques dão um CTR de 1,5%.
Custo por clique: o que se gastou dividido pelos cliques.
Exemplo: R$ 300 por 300 cliques: um CPC de R$ 1.
Custo por aquisição: quanto custou, em anúncio, cada venda — ou cada contato, quando a campanha busca leads.
Exemplo: R$ 300 que trouxeram 10 vendas: um CPA de R$ 30.
O retorno do que se gasta em anúncio: as vendas divididas pelo investimento.
Exemplo: R$ 1.000 em anúncio que trouxeram R$ 4.000 em vendas: um ROAS de 4.
De cada cem pessoas que chegam à página, quantas fazem o que ela pede: comprar, se cadastrar, chamar no WhatsApp.
Exemplo: 1.000 visitas e 20 vendas: uma taxa de conversão de 2%.
O valor médio de cada venda. O order bump e o upsell existem para aumentá-lo.
Exemplo: R$ 10 mil em 100 vendas: um ticket médio de R$ 100.
Quanto um cliente gasta com a empresa durante todo o tempo em que fica (do inglês lifetime value) — e, por isso, quanto dá para pagar para conquistar um.
Exemplo: Uma assinatura de R$ 50 por mês que o cliente mantém por 10 meses: um LTV de R$ 500.
O caminho de quem clica até a compra — e as páginas que ficam no meio dele.
O caminho de quem vê o anúncio até a compra: o anúncio, a página, o checkout e o que vem depois.
Exemplo: Anúncio, quiz, página de vendas e checkout: um funil de quiz.
No Spymine: Cada anúncio mostra o funil passo a passo, e o filtro “Funil” separa os anúncios pelo tipo.
A página para onde o anúncio leva, feita para uma coisa só: vender. Também chamada de landing page.
Exemplo: A página longa com a promessa, os depoimentos, a garantia e o botão de compra no fim de cada bloco.
No Spymine: A página de cada anúncio, no celular e no computador.
O vídeo que faz a venda inteira (do inglês video sales letter): a página tem quase só ele, e o botão de compra aparece depois.
Exemplo: Um vídeo de 20 minutos que conta a história do método e mostra o botão de compra só no fim.
O funil de perguntas: a pessoa responde algumas perguntas, recebe um resultado e, com ele, a oferta feita para ela.
Exemplo: “Descubra o seu tipo de pele em 5 perguntas” — e, no fim, a rotina indicada, com o kit à venda.
A página que troca um material grátis pelo contato da pessoa — o e-mail ou o WhatsApp. Quem deixa o contato vira um lead.
Exemplo: “Baixe o guia grátis”, com um campo de e-mail e um botão.
A página do pagamento: o preço, as parcelas, as formas de pagar e o formulário da compra.
Exemplo: A página da plataforma de pagamento onde a pessoa escolhe o cartão ou o Pix e finaliza a compra.
No Spymine: A plataforma do checkout e o preço, lidos sem clicar em comprar.
A oferta extra no próprio checkout: uma caixinha para marcar antes de pagar.
Exemplo: “Leve também o guia de receitas por mais R$ 19”, logo acima do botão de pagar.
No Spymine: O checkout lido mostra se a oferta tem order bump.
O upsell é a oferta maior logo depois da compra; o downsell, a mais barata, para quem recusou o upsell.
Exemplo: Depois do curso, a mentoria (o upsell); quem diz não recebe a versão gravada por menos (o downsell).
Como olhar os anúncios dos outros — e separar os que vendem dos que só estão no ar.
A ferramenta que mostra os anúncios dos outros — o concorrente, o nicho, o mercado — com o que a biblioteca não mostra: há quanto tempo cada um roda, as versões e a página. Também chamada de spy de anúncios.
Exemplo: Antes de lançar, o gestor procura no ad spy os anúncios do nicho que estão no ar há meses.
A biblioteca pública da Meta com os anúncios que cada página está veiculando agora.
Exemplo: Procurar o nome de uma loja e ver todos os anúncios ativos dela, com a data em que cada um começou.
A coleção de referências — anúncios, textos, páginas — guardada para consultar na hora de criar.
Exemplo: Uma pasta com os melhores ganchos de vídeo do seu nicho, cada um com uma anotação do porquê.
O anúncio que dá resultado. De fora, ele se reconhece pelos sinais: fica no ar por muito tempo, ganha versões e leva a uma página que outros também anunciam.
Exemplo: Um anúncio no ar há seis meses, com dezenas de versões: ninguém paga meses por um anúncio que não traz retorno.
Há quanto tempo o anúncio está rodando, desde a primeira versão — o sinal mais forte de que ele vende.
Exemplo: Um anúncio com “90+ dias” se pagou por três meses seguidos.
No Spymine: O selo “90+ dias” em cada cartão e o filtro “Dias no ar”.
Procurar, no meio de milhares de anúncios, os que estão dando certo — pelos sinais: os dias no ar, as versões e os anúncios levando à mesma página.
Exemplo: Filtrar o nicho, ordenar pelos mais dias no ar e abrir a página dos primeiros da lista.
A oferta que está crescendo: cada vez mais anúncios, de mais páginas, levando ao mesmo produto.
Exemplo: Um curso com 5 anúncios no mês passado e 80 hoje está escalando.
No Spymine: As Ofertas escaladas, escolhidas pela equipe do Spymine.
O truque de mostrar uma página a quem revisa o anúncio e outra a quem clica — proibido pelas regras de anúncio.
Exemplo: Quem revisa vê uma página de receitas; quem clica cai na página de um remédio.
No Spymine: O aviso de possível cloaker, quando o celular e o computador mostram páginas diferentes.
Quem anuncia, o que vende e como trabalha.
As visitas que vêm de anúncio pago — à página, ao perfil ou ao WhatsApp. O contrário do tráfego orgânico, que chega sem anúncio.
Exemplo: Quem clica no anúncio e cai na loja é tráfego pago; quem acha a loja numa busca do Google, orgânico.
Quem cria, acompanha e ajusta as campanhas — da verba ao criativo. Também chamado de media buyer.
Exemplo: O gestor sobe três criativos, mantém o de menor CPA e pausa os outros dois.
O produto digital que ensina alguma coisa: curso, e-book, mentoria, comunidade.
Exemplo: Um curso online de confeitaria vendido por uma plataforma de pagamento, com acesso por um ano.
Quem vende o produto de outra pessoa pelo próprio link e ganha uma comissão por venda.
Exemplo: Um afiliado anuncia um curso de inglês e recebe metade de cada venda feita pelo link dele.
Os produtos de saúde e beleza vendidos por resposta direta: suplementos, chás, cápsulas, gotas e pomadas, quase sempre com página longa.
Exemplo: Uma cápsula vendida em kits de 3 e 5 potes, com uma VSL na página.
A empresa que atende numa cidade ou região: a clínica, o escritório, a imobiliária, a loja de rua. O anúncio quase sempre leva ao WhatsApp.
Exemplo: Uma clínica odontológica anuncia o implante para quem mora no bairro.
A empresa que vende para outras empresas (do inglês business to business): software, serviço, atacado.
Exemplo: Um sistema de gestão para restaurantes anuncia para os donos de restaurante, não para quem vai jantar.
O produto ou serviço entregue com a marca de quem revende, sem a de quem fez.
Exemplo: A agência entrega ao cliente um relatório só com o logo dela.
No Spymine: O relatório white label do plano Empresa: só com a sua marca.
No Spymine, cada anúncio vem com os dias no ar, as versões, o funil e a página — os sinais de que ele vende.